sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Jiu Jitsu: Esporte vem ganhando adeptos em Dourados

Por André Bento.


O Jiu Jitsu é uma arte marcial de origem asiática, praticado por monges há milhares de anos, mas que tomou sua forma atual, com considerável evolução técnica e caráter esportivo no Brasil, pelas mãos da famiília Gracie.



Em Dourados o esporte ainda "engatinha", mas vem ganhando cada vez mais adeptos. Embora haja algum preconceito para com a arte marcial, a maior parte de seus praticantes diz ter o esporte como filosofia de vida.



"Eu acho que no jiu jitsu tem fraternidade entre os atletas. A mídia foca os atletas marrentos, mas nas academias há respeito entre os atletas e o professor", diz Jean Brescovit, 16 anos.



Jean, praticante há quatro anos diz ainda que "além da filosofia de vida, hoje não consigo mais ficar sem treinar", demonstrando sua paixão pela arte.



Segundo o professor de educação física, Marcos Souza, por ser um esporte que trabalha funções respiratórias e corporais, o jiu jitsu proporciona uma contínua melhoria na qualidade de vida, tanto na saúde quanto na consciência corporal.



"É uma atividade tanto aeróbia como anaeróbia. Cria disciplina, respeito ao próximo, existe uma lógica de movimentação. É um xadrez corporal", comenta o educador Marcos Souza, faixa preta e professor desta luta.




Marcão, como é conhecido o professor, luta há dez anos e enfatiza o caráter sócio-educativo do esporte. "Havia um paradigma de que os lutadores de jiu jitsu eram pessoas agressivas, mas acabou. Hoje não existe mais isso, a função [do esporte] está na formação de atletas, formação de caráter".



Democracia


Para Marcão o jiu jitsu é democrático, sendo praticado por atletas de diferentes pesos, idades e sexo. "É muito democrático [o jiu jitsu], ele é adaptável a qualquer biótipo ou idade, tem crianças e mulheres praticantes". O professor reitera que, "a categoria feminina desenvolve muito a parte da defesa pessoal".



Comprovando a tese do professor quanto a democracia do esporte, está a diferença de idade entre alguns de seus alunos. Jean Brescovit, 16 anos e Luiz Renato, 44 anos.



O militar Luiz Renato é um exemplo de que não tem hora para começar a lutar. "Eu pratico há um ano e meio. Eu vi a necessidade de praticar um esporte com atividade aeróbia. Você vê que é um esporte que te proporciona trabalhar sobre pressão", conceitua o militar.



Interação



Marcão ministra diariamente aulas na academia Round e em sua academia, Roots Jiu Jitsu, filiada ao Clube Feijão de Jiu Jitsu, de Maringá PR.



Prova do intercâmbio esportivo é o fato de seus mais de 30 alunos realizarem uma constante interação com atletas de outras academias e até de outras cidades. Há alunos de Amambai, Itaporã e Glória de Dourados na equipe.



Incentivo



Marcos já participou de diversas competições nacionais e internacionais e diz que o esporte está caminhando a passos lentos na região. "O jiu jitsu ainda está engatinhando em Dourados, ainda falta incentivo dos setores, público e privado.



O professor traça planos para este ano e diz que pretende competir no campeonato brasileiro, mundial e até uma competição nos Estados Unidos, caso receba patrocínio.



Quando eu entro no tatame meus problemas ficam do lado de fora", diz o professor e atleta, reafirmando sua paixão pelo esporte.



Esporte nacional



O Brasil é tido internacionalmente como o país do jiu jitsu, pois sua difusão mundo a fora deve-se à família Gracie, tendo sido Hélio Gracie o responsável pelo aperfeiçoamento que deu as atuais características ao esporte.



O jiu jitsu não é um esporte olímpico, porém há um debate entre federações e atletas quanto ao possível ingresso do esporte no quadro de competições de jogos futuros.



Fotos: André Bento.
Matéria publicada no site AgoraMS.

domingo, 17 de janeiro de 2010

A nação frustrada

É o assunto do ano - ao menos do início - a formação da equipe do Parque São Jorge, tida como favorita à conquista das competições desse ano, levando alegrias a nação corinthiana.


Todos veneram os atletas contratados pelo time sem casa, que visa a tão sonhada conquista da libertadores.


Indiscutível são os currículos dos atletas em questão, vitoriosos, experientes e vividos, diga-se de passagem, muito vividos.


Por falar em carreira, quando referem-se à esses jogadores, cronistas e comentaristas esportivos mencionam apenas as vitórias inegáveis e relevantes, esquecendo de algumas decepções- tão inegáveis e relevantes por eles proporcionadas.


Quem não se lembra de 2002, quando Ronaldo e Roberto Carlos compunham a vitorosa seleção campeã da Copa Japão-Coreia.


O que muitos não se recordam - ou não querem lembrar - é o fato desses mesmos jogadores terem competido em 1998 e 2006, em campanhas frustradas e decepcionantes para o Brasil. Nas duas oportunidades, assim como hoje, eles eram tidos como favoritos ao título, que não veio e frustrou a uma nação inteira.


Agora é esperar e ver se o passado irá ou não se repetir, com jogadores tão bons decepcionando e frustrando mais uma vez a nação; desta vez a corinthiana.


Se não conseguirem tudo bem. Com tamanha experiência o Corinthians poderá formar uma equipe forte para o Showbol. Quem sabe o Showbol não passe a valer tanto como uma Libertadores da América.


Por André Bento.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Cozinhando o Galo

É meus amigos leitores apaixonados por futebol ou qualquer outro esporte - com exceção à peteca - praticado nesta terra abençoada por Deus; a bagunça recomeçou.


Tenho de reconhecer que estive hibernado durante grande período, deixando o blog a deriva. Peço desculpas, mas foi o tempo que levei para"cozinhar o galo".


Falando em culinária, especialmente neste cozido - termo usado quando passamos muito tempo fazendo NADA -, volto a lembrar do rapaz das trancinhas, que atuou - no sentido da dramaturgia - no Palmeiras em 2009 e está na mídia novamente.


Com um pé de meia bem feitinho e cansado do frio russo, Vagner Love, almejando passaporte para África do Sul resolveu voltar ao Brasil. Teve propostas de vários times, mas preferiu, por gratidão - o time liderava a principal competição nacional - retornar ao Alviverde Imponente.


Passaram-se inúmeras rodadas, o time ladeira a baixo e o "craque" sem fazer NADA, cozinhou o galo até o fim do brasileirão, dando inquestionável margem à cobranças.


Agora quer jogar no Flamengo - o atual campeão brasileiro - alegando gostar do Rio de Janeiro, afinal é carioca e é desejo de alguns que passe a usar trancinhas rubro-negras. Só não perguntaram para torcida do time se queriam um atacante de alto custo e baixo rendimento como ele.


Fato é que agora acabou a desculpa. Se no Palmeiras não havia segurança - torcedores(*) o agrediram em uma agência bancária -, no Flamengo não haverá uma torcida muito tolerante também -torcedores(*) soltaram uma bomba dentro do campo de treino em momento difícil do clube ano passado.


Ou Love joga bola ou pode comprar casaquinhos para o inverno russo novamente. No Fla ele terá de adquirir uma panela de pressão; não terá tempo o bastante para "cozinhar o galo" como teve no Verdão.


Por André Bento. Palmeirense e muito feliz com a saída do Vagner Love. Segura que o filho é teu mengão!


(*)Torcedores de verdade não agridem atletas nem destroem estádios. Apoiam a equipe até o fim.

por André Bento.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Sul-Mato-Grossense de Futebol 2010

Esta segunda-feira é dia de apresentação para as equipes que disputarão do estadual deste ano.


O representante de Dourados, Sete de Setembro, se apresentou hoje pela manhã e iniciou seus trabalhos de treinamento.


A equipe douradense, que estréia em casa dia 6 de Fevereiro, contra o Mundo Novo, pretende realizar amistosos como parte de sua preparação para temporada 2010, segundo reportagem do site Conesul Esportes.


http://www.conesulesportes.com.br/
Reportagem de Rogério Vidmantas.


Por André Bento.